PRETA GIL: A HISTÓRIA DE CORAGEM, ALEGRIA E LUTA QUE VAI VIRAR SÉRIE NO GLOBOPLAY

Se você já cantou no meio do carnaval, se emocionou com uma fala potente sobre respeito ou simplesmente sorriu com a energia contagiante dela, prepare-se: a trajetória de Preta Gil vai ganhar uma série documental. A produção está em desenvolvimento para o Globoplay e promete revisitar momentos marcantes da vida da artista que transformou autenticidade em marca registrada. E olha… não é só sobre música. É sobre viver sem pedir desculpa por quem você é.

Foto: Instagram: @pretagil

Uma história contada em quatro capítulos

Desenvolvida pela Conspiração Filmes, a série terá quatro episódios e vai mergulhar em diferentes fases da vida de Preta. Desde a infância, marcada pela convivência com grandes nomes da cultura brasileira, afinal, ela é filha do lendário Gilberto Gil — até sua consolidação como cantora, empresária e figura pública influente.

A direção é de Mini Kerti, com produção de Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa. O roteiro fica por conta de Vitor Nascimento, enquanto Flora Gil atua como produtora associada. No conteúdo, o público vai acompanhar imagens de arquivo inéditas, bastidores e depoimentos emocionantes de familiares e amigos que caminharam ao lado da artista.

Foto: Instagram: @pretagil

 Muito além da música

Ao longo da carreira, Preta construiu um espaço próprio na cultura brasileira. Entre seus projetos mais conhecidos está o Bloco da Preta, que arrastou multidões pelas ruas do Rio de Janeiro e virou um dos símbolos do carnaval carioca contemporâneo. Mas sua voz nunca se limitou ao palco.

Preta também se destacou por levantar bandeiras importantes, participando de debates públicos contra o racismo, a gordofobia e em defesa dos direitos da comunidade LGBTQIA+. Sua postura direta e sem filtros fez dela uma referência para muita gente que buscava representatividade e coragem para se posicionar.

Foto: Instagram: @pretagil

Uma despedida que marcou o país

A artista morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York, onde realizava tratamentos alternativos após enfrentar um câncer colorretal diagnosticado em 2023. Após sua morte, o corpo foi levado de volta ao Brasil. O velório aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em uma cerimônia aberta ao público que reuniu fãs, amigos e artistas em uma despedida emocionante.

A série documental promete ir além da biografia tradicional. Ela deve mostrar a Preta humana, intensa, divertida, vulnerável e revolucionária — aquela que ensinou que ocupar espaços também é um ato de amor próprio.

E talvez seja exatamente isso que faz essa história ser tão necessária de contar agora: Preta Gil não foi apenas uma artista. Ela foi uma voz, uma energia e um símbolo de liberdade. E agora, sua história vai ecoar para sempre nas telas.

Foto: Instagram: @pretagil

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