“NÃO ME ABRAÇA!”: LUÍSA SONZA DESABAFA E QUESTIONA A CULTURA DO TOQUE FORÇADO

Luísa Sonza decidiu falar o que muita gente pensa, mas nem todo mundo tem coragem de dizer em voz alta. Em um vídeo publicado no TikTok nesta quarta-feira (4), a cantora apareceu visivelmente indignada ao comentar um hábito bastante comum: o excesso de toque físico em interações cotidianas. Abraços, segundo ela, não precisam ser regra em toda conversa.

Foto: Instagram: @luisasonza

“Entendo que as pessoas têm necessidade de carinho, carência, sei lá. Mas fala! Não abraça, gente!”, disparou a artista, sem rodeios. O desabafo veio poucos dias depois de Luísa virar alvo de críticas na internet por sua apresentação no festival Planeta Atlântida, o que deixou o clima ainda mais sensível nas redes. Com uma linguagem direta e zero paciência para formalidades exageradas, Luísa defendeu que a sociedade precisa normalizar interações mais simples, principalmente com pessoas do convívio diário. “Vamos normalizar não precisar se dar abraço, ‘oi’, nossa, fazer toda aquela cerimônia com pessoas que a gente vê todo dia, tipo pessoas do trabalho ou amigos que a gente vê sempre”, disse.

Foto: Instagram: @luisasonza

A cantora deixou claro que não é contra o afeto, desde que ele faça sentido. Para ela, o contato físico é totalmente válido quando existe intimidade e um tempo maior sem se ver. “Agora, pô, você se vê toda semana, o tempo todo… Para de me abraçar, pelo amor de Deus!”, pediu, arrancando risadas e identificação de parte do público.

Nos comentários, a internet fez o que sabe fazer bem: reagiu. Teve quem se chocou com a revelação (“Na minha cabeça você era toda carinhosa, tô em choque”), quem levou na esportiva (“Tadinha de quem te viu antes desse vídeo”) e quem aproveitou para compartilhar experiências parecidas. “Eu tinha uma amiga que falava comigo todo dia e ainda fazia cerimônia de cumprimento. Desculpa, eu não tenho paciência”, comentou uma usuária, reforçando que o incômodo não é só da Luísa.

No fim das contas, o vídeo abriu espaço para uma conversa necessária: nem todo mundo demonstra afeto da mesma forma, e respeitar limites também é uma forma de cuidado. Às vezes, um “oi” sincero à distância já é mais do que suficiente.

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